terça-feira, 3 de fevereiro de 2026

A pirâmide do modelo associativo no esporte brasileiro

30, janeiro, 2026

O sistema de organização desportiva brasileiro adota o formato de uma pirâmide. No topo, estão as confederações; no plano intermediário, as federações e, na base, os clubes.

Tais entidades atuam na organização, regulamentação, prática e fomento do esporte, em níveis nacional, estadual e local.

Apesar de privadas, essas organizações possuem relevância pública e, em alguns casos, recebem subvenções do Estado, o que as obriga a ter eficiência, transparência; sobretudo, responsabilidade na gestão.

Possuem autonomia administrativa e financeira, conforme reza o art. 217 da Constituição Federal, reafirmada pela Lei Geral do Esporte, sendo óbvio que a autonomia é condicionada ao dever de integridade; mormente quando há recebimento de recursos públicos.

Confederações

São entidades de administração do desporto, em nível nacional, responsáveis por normatizar e supervisionar as modalidades esportivas, em todo o território brasileiro, e representar o país nas federações internacionais.

Principais confederações brasileiras:

CBF – Confederação Brasileira de Futebol

CBV – Confederação Brasileira de vôlei

CBDA – Confederação Brasileira de Esportes Aquáticos

CBV – Confederação Brasileira de Ginástica

CBAt – Confederação Brasileira de Atletismo

Responsabilidade das confederações

Organizar calendários e competições nacionais;

estabelecer regulamentos, técnicos e disciplinares;

credenciar árbitros, técnicos e profissionais;

representar o Brasil em competições internacionais e perante entidades como a FIFA, por exemplo;

homologar resultados e rankings.

(Continua, na próxima semana).