c João Pessoa
21/10/2020 - 19:23

Quem foi que disse que não tem carnaval em João Pessoa?

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QQuem diz que em João Pessoa não tem carnaval não sabe o que está perdendo. Além do desfile das tribos, orquestras de frevo, ursos e escolas de samba na Av. Duarte da Silveira (Carnaval Tradição), há opções ainda de blocos em bairros diferentes e uma novidade: o carnaval do Centro Histórico.

De acordo com a programação divulgada pela Prefeitura da Capital haverá a saída de blocos no Centro Histórico nos quatro dias de festa, a começar por este sábado (22) com um bloco especialmente para crianças no Parque da Lagoa.

Confira a seguir dias, locais e horários das atrações do carnaval de João Pessoa em 2020. Todas as atrações são gratuitas.

BLOCOS NOS BAIRROS
Sábado – dia 22/02
Bloco Bom D+
Concentração: Rua Abel da Silva, próximo à Rádio Comunitária Cruz das Armas FM.
Atrações: Orquestra de frevo, troças, bandas locais
Infantil das 15h às 18h, Adulto às 18h

Bloco Vaca Morta
Concentração: Praça da Conquista, Padre Zé, 21h.
Atração: Alberto Bakana

Bloco Boi do Bessa
Concentração: Em frente ao Bessa Brasil, Bessa.
Atração: Liss Albuquerque e Banda, Orquestra Gambiarra do Frevo

Domingo – dia 23/02
Bloco Cordão do Frevo Rasgado
Concentração: Praça Wanda Lucena, Jardim Oceania, 16h.
Atração: Liss Albuquerque & Convidados e Orquestra Paraíso Tropical de Frevo


OPÇÕES NO CENTRO HISTÓRICO
Durante quatro dias, o Centro Histórico da Capital se torna local para brincar o Carnaval de Boa. A partir deste sábado (22) até terça-feira (25), ‘Bloquinho do Parque’, ‘E Tome Ladeira’, ‘Bota Pra Descer’ e ‘Cada Um Com Seu Caneco’ movimentam os foliões na Capital dentro da programação do Carnaval de Boa, a partir das 15h. A iniciativa é da Prefeitura Municipal de João Pessoa (PMJP), por meio de sua Fundação Cultural (Funjope).  Confira:

Sábado (22/02), às 15h – Bloquinho do Parque – infantil, com palhaço Dadá e brincadeiras (Parque da Lagoa)
Domingo (23/02), às 15h – Bloco ‘E Tome Ladeira’ (Avenida General Osório)
Segunda (24/02), às 15h – Bloco ‘Bota pra Descer’ (Centro Cultural Casa da Pólvora)
Terça (25/02), às 15h – Bloco ‘Cada Um Com Seu Caneco’ (Villa Sanhauá)


DESFILE DAS ESCOLAS DE SAMBA, ORQUESTRAS DE FREVO, URSOS E TRIBOS

(CARNAVAL TRADIÇÃO DA AVENIDA DUARTE DA SILVEIRA)
PROGRAMAÇÃO

Sábado (22), a partir das 17h30
Convidado Especial – Coletivo Maracastelo
Clube de Orquestra Adolescente e Criança Feliz (Torre)
Tribo Indígena Ubirajara (Rangel)
Clube de Orquestra A Corda do Frevo (Torre)
Tribo Indígena Guanabara (Mandacaru)
Clube de Orquestra Gigantes do Frevo (Torre)
Tribo Indígena Xavante (Bairro dos Novaes)
Clube de Orquestra Alegria do Frevo (Torre)
Tribo Indígena Tupy Guanabara (Água Fria)
Clube de Orquestra Os 25 Bichos (Jaguaribe)
Tribo Indígena Africanos (Cristo)
Clube de Orquestra Sai da Frente Dona Emília (Esplanada)
Tribo Indígena Papo Amarelo (Cruz das Armas)
Clube de Orquestra Ciganos (Cruz das Armas)

Domingo (23), a partir das 17h
Convidado Especial – Nação Maracahyba
Tribo Indígena Tupinambás (Mandacaru)
Clube de Frevo São Rafael Frevo e Folia
Tribo Indígena Tabajaras (Cruz das Armas)
Clube de Frevo Piratas de Jaguaribe (Jaguaribe)
Tribo Indígena Tupy Guarany (Mandacaru)
Clube de Frevo Bandeirante (Torre)
Escola de Samba Pavão de Ouro (São José)
Escola de Samba Império do Samba (Róger)
Escola de Samba Independentes de Mandacaru (Mandacaru)
Escola de Samba Malandros do Morro (Torre)
Escola de Samba Unidos do Róger (Róger)

Segunda-feira (24), a partir das 17h30
Convidados Especiais – Maracatu Nação Pé de Elefante, Batucada Nova Liberdade, Águia de Ouro, Urso Branco (13 De Maio), Urso Maucriado e Urso Branco (Sapé)

Competidores
Urso Anos Dourados
Urso Preto e As Paquitas
Urso Solitário
Urso Gavião
Urso Folião
Urso da Paz
Urso Amigo Batucada
Urso Jamaica
Urso Sem Lenço, Sem Documento
Urso Gorila Louco
Urso Menino de Rua
Urso Panda
Urso Branco e Cia Mandacaru
Urso Atrevido
Urso Canibal
Urso Reboliço
Urso Santa Cruz
Urso Celebridade

Terça-feira (25), a partir das 10h
Apuração dos votos do Carnaval Tradição e divulgação dos vencedores.

Por Augusto Magalhães