A partir da terceira rodada do Paraibano, já se sabia que quatro times não teriam condição de ir à fase semifinal do campeonato: Esporte de Patos, Atlético de Cajazeiras, Confiança e Pombal, sendo que os dois últimos citados já eram tidos como “candidatos” ao rebaixamento. Na última rodada, houve uma certa hesitação quanto a esse juízo, porque ficou tudo embolado, mas o Esporte obteve uma vitória maiúscula (maiúscula, no sentido de importância; não de placar) e não ficou “encostado” nos dois que caíram, cabendo essa posição ao Atlético.
Do lado dos que poderiam chegar à próxima fase do campeonato, o mais decepcionante foi o Treze: elenco ruim, time sem esquema tático… Não vi o clube de Campina Grande jogar uma só partida convincente. Foi triste e, evidentemente, revoltante para o torcedor.
Deu, portanto, a lógica: Campinense, Sousa, Serra Branca e Botafogo. Não há, claro!, favoritos; todos os que ficaram para a fase semifinal mereciam haver chegado.
Nacional
A boa surpresa do campeonato foi o Nacional de Patos. Apesar do pouco investimento, por pouco não chegou à segunda fase do certame. Bom técnico, elenco razoável; pecou por haver perdido pontos que não deveria. Mas foi mais longe do que eu pensava.
Campinense
O técnico Evaristo Piza mais uma vez provou que é bom e sabe controlar bem uma equipe tática, técnica e emocionalmente. A técnica, é claro, fica a critério do elenco, mas as escolhas, sobretudo na hora das substituições, influem nesse quesito. Não basta ser grande técnico, como ele realmente é, mas ter liderança e fazer com que os atletas sejam disciplinados e obedientes ao esquema tático exposto por ele. Torço por Piza; “fera ferida”, depois da injustiça absurda cometida pelo Botafogo.
Não deu para o Botafogo
O time paraibano até que jogou bem, mas não conseguiu passar pelo Mixto-MT, nas penalidades e está fora da Copa do Brasil. E não adianta vir, novamente, culpar o campo. Já é segunda vez, nos mais recentes dias, que o “campo” é considerado culpado.